A esquizofrenia apresenta seus sintomas em jovens dos 15 aos 25 anos, e pode causar sérios transtornos sociais. Muitas pessoas com a doença, porém, levam uma vida saudável e socialmente ativa após tratamento e apoio familiar.
Com Hélio Rocha, psiquiatra, e Marília Cruz, da Associação Gaúcha de Familiares de Pacientes Esquizofrênicos.
As cheias que têm castigado a Região Norte do Brasil são o foco deste bloco do Conexão Futura. Há algo que possa ser feito para mitigar o problema em situações como essa?
De Manaus, o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Antônio Manzi, responde, por telefone, a essas e outras perguntas.
Trabalho e saúde, muitas vezes, andam por caminhos diferentes na vida das pessoas; a pressão por resultados e o acúmulo de tarefas são alguns dos principais motivos.
Com Márcia Agostini, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz.
A saúde e o bem estar deveriam ser questões prioritárias no dia a dia das pessoas. Neste bloco, você fica sabendo um pouco mais sobre terapia comunitária e humanização da saúde.
Com o professor e psiquiatra Adalberto Barreto, e Vera Dantas, da Secretaria municipal de Saúde de Fortaleza, que fala sobre o projeto Cirandas da Vida.
Passados 30 anos dos primeiros casos registrados, mais de 600 mil pessoas foram infectadas pelo vírus HIV no Brasil. Por ano, são notificados entre 33 mil e 35 mil novos casos. O mais recente boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde afirma que a epidemia de AIDS está estabilizada no país.
Mas o documento alerta para o crescimento do número de casos em alguns grupos. Nos últimos 12 anos, a taxa de incidência de AIDS aumentou 75,9% entre as mulheres na faixa etária acima de 50 anos. Entre os jovens de 15 a 24 anos houve queda de 20,1% no número de casos notificados no mesmo período. Mas entre os jovens gays, da mesma faixa etária, houve aumento de 10% de casos.
O Sala de Notícias Debate desta terça-feira (15/05) fala sobre a epidemia que provocou a morte de pelo menos 241.469 pessoas entre os anos de 1980 a 2010 no Brasil.
O combate a estigmas ainda é uma luta para quem vive com o vírus HIV. Mesmo após três décadas do início da epidemia da AIDS, do conhecimento das formas de transmissão e das novas tecnologias de tratamento ainda há falta de informações e preconceito.
Dr Carlos Correa é especialista em doenças venéreas e coordenador da vigilância epidemiológica de Itajaí, Santa Catarina. Ele conta que o diagnóstico precoce, o acompanhamento dos pacientes e o uso efetivo dos medicamentos anti-retrovirais distribuídos pelo SUS ajudaram a diminuir o número de casos de AIDS no município catarinense – Itajaí já foi uma das cidades com maior índice de HIV no Brasil.
No âmbito da Justiça, é discutida a criminalização da transmissão intencional do vírus HIV, classificada como tentativa de homicídio. Para Marcio Villard, do Grupo Pela Vidda, é preciso defender a integridade de quem vive com AIDS. “O portador já sofre muito preconceito e não pode ser estigmatizado”, diz ele.
No estúdio com o jornalista Cristiano Reckziegel, além de Márcio Villard e do médico Carlos Correa, estará Eduardo Barbosa, diretor adjunto do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
O programa também discute as formas de tratamento, as campanhas de conscientização e as políticas públicas com foco em prevenção.
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Sala de Notícias Debate vai ao ar toda terça-feira, com reprise aos domingos, sempre às 21h.
A campanha de vacinação contra a gripe acontece no mês de maio em todo o Brasil. A medicação protege também do vírus Influenza (H1N1), que transmite a popularmente conhecida gripe suína.
Com o pneumologista Ricardo Martins, do Hospital Universitário de Brasília: “Este período de frio é o mais propício para a proliferação dessas doenças.”
Os feriadões que, para muitos, são motivo de descanso e folia, acabam se tornando preocupação para quem trabalha nos postos de saúde. Nesta época do ano, o número de acidentados que necessitam de transfusão de sangue aumenta. O que fazer para que mais pessoas doem sangue e para que não haja falta no estoque?
Com o diretor científico da Fundação HemoMinas, Fernando Basques.
O câncer de próstata, assim como diversas outras doenças oriundas dessa parte do corpo humano, pode ser evitado com simples exames de prevenção. No entanto, muitos homens ainda se recusam a fazer o exame do toque.
Com o urologista Antônio Henrique Duarte.
Todo bebê tem a necessidade natural de sugar – que geralmente é satisfeita durante a sucção do peito da mãe na amamentação. Quando a criança começa a chorar, muitos pais oferecem a chupeta. Além de acalmar, alguns pesquisadores afirmam que a chupeta pode trazer benefícios para a respiração dos pequenos. Mas a recomendação do uso da chupeta é polêmica.
O médico pediatra Francisco Wolff alerta que o uso da chupeta pode provocar desmame precoce, infecções, problemas nos dentes e na mastigação, dificuldades na fala, na respiração e no desenvolvimento dos músculos da face.
Em reportagem da UPF TV, médicos, dentistas e pais falam sobre os riscos do uso excessivo da chupeta e explicam como convencer as crianças a abandonarem este hábito. A jornalista Carol Anchieta estreia na apresentação e entrevista ao vivo no estúdio o ortodontista Maurício Moraes, membro do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro. Para participar desta conversa, mande sua pergunta pelo Twitter para @canalfutura.
Jornal Futura vai ao ar de segunda a sexta às 17h, com reapresentação às 23h45.
A concentração dos médicos nas capitais do país é o tema deste bloco do Conexão. Mas até mesmo os hospitais públicos das grandes cidades sofrem com a falta dos profissionais da saúde. Não raro, acontecem mortes na fila de espera das unidades. O que pode ser feito para melhorar a qualidade do serviço prestado à sociedade brasileira?
Com a professora do Instituto de Saúde Coletiva da UFRJ, Lígia Bahia.
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