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PR: População trans demanda políticas públicas específicas

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Pessoas trans debatem em encontro realizado em Curitiba-PR como avançar na agenda de direitos humanos das pessoas travestis e transexuais.

Regulamentação de lei para direito a nome civil, atendimento humanizado no processo de readequação dos corpos segundo a identidade de gênero e direito a vida. Circulam por estas questões as demandas da população de travestis e transexuais da região sul na formulação de políticas públicas dirigidas a população trans. Estas foram algumas das reflexões realizadas no IX Encontro Regional Sul de Travestis e Transexuais, realizado em Curitiba-PR entre os 17 e 21 de outubro. A etapa regional antecede o Encontro Nacional e é um importante momento para avançar na agenda de direitos humanos das pessoas travestis e transexuais da região sul.

“As propostas que levantamos no Encontro Regional para políticas públicas são as mesmas já propostas nas conferências para população LBGT. Somos uma população invisível que o governo não está reconhecendo”, destaca Carla Amaral , coordenadora do Transgrupo Marcela Prado e coordenadora do IX Encontro Regional Sul de Travestis e Transexuais.

“Ainda estamos, apesar de termos passado por duas Conferências Nacionais, lutando por um direito básico que é o direito a vida. As travestis e transexuais não tem direito a educação, a formação profissional, mas nós ainda temos um princípio fundamental não garantido que é o direito de ficar viva”, aponta Márcio Marins, membro do Conselho de Segurança Pública do Paraná e coordenador da Parada da Diversidade em Curitiba.

 

 

Regulamentação de lei para direito a nome civil

Há resoluções e decretos, mas não há leis ainda que garantam a mudança do nome civil da população transexual. Estas resoluções, na prática, apenas sugerem mas não garantem a mudança. Hoje para uma transexual, por exemplo, modificar seu nome para ser reconhecida como mulher, e evitar passar por constrangimentos diversos, é necessário contratar um advogado e abrir um processo judicial. O ganho de causa e o tempo de tramitação do processo dependem da interpretação da instância judiciária de cada estado.

 

Garantir, por meio de mudança legislativa, que a alteração de prenome (retificação de registro civil) e de sexo jurídico para travestis e transexuais em seus documentos civis, seja feita de forma administrativa, em cartório de registro de pessoas naturais, desvinculando essas mudanças da obrigatoriedade de cirurgia de transgenitalização ou de patologizações de suas identidades.(Diretriz registrada no Relatório da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT  – dezembro/2011)

 

Atendimento humanizado

O acompanhamento à população trans no processo de readequação dos corpos, em centros ambulatoriais com atendimento psicoassistencial e hormonal, bem como a qualificação dos profissionais do setor de saúde para atendimento a travestis e transexuais também foram propostas levantadas no Encontro. Uma queixa frequente é que os profissionais da saúde não usam o nome social e expõem a pessoa trans a constrangimentos.

Outras propostas são o monitoramento pelo Ministério da Saúde dos centros ambulatoriais para identificar inadequações e discriminação no processo de transexualização e a ampliação de hospitais que façam a cirurgia de readequação física. No país apenas quatro hospitais realizam a cirurgia. A população trans no estado do Paraná, por exemplo, costuma se deslocar para as cidades do Rio de Janeiro ou São Paulo para fazer o procedimento – o que dificulta o acompanhamento permanente e a readequação.

 

Ampliação do processo transexualizador, no SUS, garantindo a qualificação e integralidade da atenção na rede, incluindo a hormonioterapia, saúde mental, cirurgias plásticas e de adequação sexual, com equipe multiprofissional, contribuindo para a despatologização das identidades Trans.(Diretriz registrada no Relatório da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT  – dezembro/2011)

 

Direito à vida

Segundo dados do Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil (2011) a região sul soma cerca de 1000 denúncias de violações de direitos da população LGBT relatadas ao serviço Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: 424 no Paraná, 416 no Rio Grande do Sul e 143 em Santa Catarina. Homicídios registrados foram 12 no Paraná, sete no Rio Grande do Sul e três em Santa Catarina. Esses dados sinalizam, na compreensão das organizações, a importância de dimensionar a gravidade e a extensão das violências cometidas contra a população LGBT. Estima-se que muitos casos de situações de violência não sejam notificados devido à dificuldade de muitas pessoas em tornar pública sua orientação sexual. Mesmo assim, segundo o relatório, as denúncias de violência contra a população LGBT somam 67,8% do total de denúncias realizadas, ficando a frente de denúncias de violências cometidas contra crianças e mulheres no mesmo período.

A agressão a pessoas trans não são crimes comuns – em particular há alto grau de barbárie e a ideia de correção comportamental, destaca Carla Amaral. “A transfobia possui um requinte de crueldade. Uma travesti não é morta com uma facada, mas com 40. Não é um tiro, são 15 tiros, são arrancados os órgãos sexuais e cabeças. Nos casos de mutilação, há a ideia de que a violência vem para punir aquela que devia ter aprendido a ser homem, no caso da travesti. Além disso, a estrutura de segurança pública não está preparada para atender e proteger esta parcela da população. Há um desrespeito na forma de tratar e despreparo dos profissionais de segurança em não garantir segurança a travestis e não reconhecê-las enquanto figuras femininas  – quando se trata de um caso envolvendo uma travesti a policia não aparece, fica afirmando nome do homem, os processos não têm andamento – é um estimulo ao crime pela punição ser inexistente”, relata a coordenadora do IX Encontro Regional Sul de Travestis e Transexuais..

 

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Marcha

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Acontece nessa semana a 3ª Marcha da Juventude no Rio Grande do Sul. Promovida pelos trabalhadores rurais, o evento traz uma série de reivindicações: desde o acesso à terra até inclusão digital.

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Identidade Social

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No Paquistão, desde janeiro deste ano, foi implementada a Identidade Social. Lá há a emissão de carteiras de identidades para transsexuais contendo o seu nome social além do nome de batismo. No Brasil o Rio Grande do Sul foi o primeiro estado do país a adotar a carteira de Nome Social.

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Colha e pague

colha e pague

Nesta entrada, você fica por dentro do esquema chamado “Colha e pague”. Uma iniciativa que ajuda a manter os produtores rurais no campo – atualmente, menos de 20% da população brasileira vive em áreas rurais – e a fortalecer a economia local. Com o agricultor Alcindo Berlitz.

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Bicicleta e sustentabilidade

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O Primeiro Fórum Mundial da Bicicileta procura levantar questões em busca de um planeta mais sustentável. Como será futuro das cidades? Como se dá o papel da bicicleta nos âmbitos social, econômico, ambiental, esportivo e também cultural? De Porto Alegre, o organizador do Fórum Mundial da Bicicleta, Marcelo Sgarbossa, conversa com o Conexão.

 

http://www.youtube.com/watch?v=NsUacD013Ic

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FST: Fórum Brasileiro de Economia Solidária traz a reflexão sobre a construção de um novo modelo de economia

Relações horizontais, fortalecimento do comércio da região, valorização de saberes locais, uso consciente dos bens da natureza e valorização do indivíduo são prerrogativas da economia solidária

Integrantes de movimentos pela economia solidária construíram, durante o Fórum Social Temático, diversos momentos de debate, ampliação e fortalecimento da mobilização desta outra forma de consumir e produzir. Debates preparatórios para a Plenária Nacional da Economia Solidária, sensibilização para adesão à Campanha pela Lei da Ecosol e o lançamento das bases de serviço de comercialização foram as atividades desenvolvidas durante os dias 24 a 29 de janeiro em Porto Alegre-RS. Acompanhando os debates, próximo à Usina do Gasômetro, foram montadas barracas para a comercialização dos produtos produzidos por diversos empreendimentos da economia solidária pelo Brasil afora.

Os empreendimentos de economia solidária reafirmaram durante as atividades a ecosol como alternativa a crise civilizatória – de intensa degradação do meio ambiente, da desvalorização da força de trabalho do ser humano e da não efetivação de direitos sociais essenciais ao ser humano. Contrapondo a isto, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária compreende a economia solidária como outra relação com o trabalho, o meio ambiente, os seres humanos e o consumo que passem por relações horizontais, fortalecimento do comércio da região, valorização de saberes locais, uso consciente dos bens da natureza e valorização do indivíduo.


Campanha pela Lei da Economia Solidária: Iniciativa Popular para um Brasil Justo e Sustentável

Os grupos que já tem realizado mobilizações para a aprovação da Lei de iniciativa popular Economia Solidária: Iniciativa Popular para um Brasil Justo e Sustentável definiram durante o FST novas estratégias de ação. O desafio para reunir mais de um milhão de assinaturas de apoio a Lei é mobilizar setores ainda não sensíveis a proposta da economia solidária. Para isto os grupos tem reforçado que a economia solidária não é uma alternativa de complementação de renda ou uma política exclusiva para população socialmente excluída: é uma proposta para toda a sociedade. “A economia solidária é passar a ter poder político do ato de consumir”, destaca Diogo Ferreira de Almeida, integrante da coordenação do FBES.

A Lei traz a definição do que é ecosol e o que são empreendimentos, define a política pública para a economia solidária e cria fundo de apoio.

Saiba mais sobre a Lei da Economia Solidária: Iniciativa Popular para um Brasil Justo e Sustentável. Clique aqui.

Sobre o Fórum Brasileiro de Economia Solidária
Criado em 2003 e presente em 27 estados brasileiros, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária é um espaço de articulação e diálogo de pessoas e coletivos que atuam para a implementação da política de economia solidária.

Saiba mais sobre o Fórum Brasileiro de Economia Solidária. Clique aqui

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FST: Organizações reafirmam a agricultura familiar como modelo sustentável de produção de alimentos

Agricultores familiares destacam que é necessário tratamento diferenciado por parte do governo, com poíiticas públicas mais sólidas de assistência e estruturação da agricultura familiar

Estruturada em núcleos familiares, com grande e diversificada produção de alimentos em espaços inferiores a 10 hectares e de cuidado permanente do solo, da semente e da àgua para assegurar a gerações futuras o trabalho com a terra. São estas outras relações com a produção, com o meio ambiente e com a força de trabalho que fazem da agricultura familiar um modelo sustentável de produção de alimentos. Esta foi a reflexão presente no painel Agricultura Familiar e desenvolvimento sustentável, realizado no dia 25 de janeiro durante o Fórum Social Temático, em Porto Alegre/RS.

A atividade proposta pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf – Brasil) teve a participação de agricultores familiares de várias regiões do país e de outros países da América Latina, movimentos sociais e sindical.

Segundo as pessoas presentes no debate, o modelo de produção de alimentos – que rebate na vida do povo – deve ser conhecido e questionado por toda a população. “Muitas vezes o pequeno agricultor é o único e principal ator na mudança para a sustentabilidade”, aponta Guilherme Radomsky, professor de sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e assessor da atividade.  Para além de refletir o preço do alimento e como ele chega a mesa dos brasileiros, é necessário questionar a quem este modelo de agricultura beneficia, que impactos ambientais gera, que relações de trabalho estabelece, a que custo social e ambiental resulta a escolha de um determinado modelo de produção: “´É preciso pensar a agricultura familiar como modelo de vida e não apenas de produção”, destaca um dos agricultores presentes.

Conheça um pouco do olhar do agricultor familiar sobre sua relação com a terra

 

Políticas públicas dirigidas a agricultura familiar e o que chega a mesa do brasileiro

De acordo com o último Censo Agropecuário publicado em 2009, e que teve como objetivo fazer um retrato da agricultura brasileira, foram identificados 4.367.902 estabelecimentos de agricultura familiar. Eles representavam 84,4% do total, mas ocupavam apenas 24,3% (ou 80,25 milhões de hectares) da área dos estabelecimentos agropecuários brasileiros. Já os estabelecimentos empresariais representam 15,6% do total e ocupavam 75,7% da sua área.

Embora somem a menor parte de terra dos estabelecimentos agropecuários – segundo o Censo é a agricultura familiar que fornece o alimento consumido pela população brasileira: 87,0% da mandioca, 70,0% do feijão, 46,0% do milho, 38,0% do café, 34,0% do arroz, 58,0% do leite. A agricultura familiar ainda detém 59,0% do plantel de suínos, 50,0% do plantel de aves, 30,0% dos bovinos, e produz 21,0% do trigo.

De acordo com os agricultores presentes no debate – é fundamental que o governo brasileiro valorize e intensifique a execução de politicas públicas dirigidas a agricultura familiar a fim de garantir que o alimento continue a chegar nas mesas do povo: possibilite o crédito, disponibilize assessoria técnica diferenciada e específica, incentive a permanência do agricultor e novas gerações no campo e desenvolva práticas de educação ambiental para que o consumidor escolha consumir alimentos produzidos numa relação de respeito a natureza e entre as pessoas.

Estas bandeiras serão levadas pelos agricultores familiares a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio +20, realizada no Rio de Janeiro nos dias  20 a 22 de junho deste ano.

Para saber mais sobre o trabalho desenvolvido pela Fetraf clique aqui.

Para saber mais sobre políticas públicas para a agricultura familiar clique aqui.

 

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FST: Usinas hidrelétricas no sul

A polêmica sobre a construção de usinas hidrelétricas não deve se encerrar com a Belo Monte, localizada no Norte do Brasil. Pai Querê, Garabi e Panambi são alguns dos projetos que começam a sacudir o Sul do país.

“Estamos vivendo um modelo de transgressão da vida. É um estado de exceção em relação a não-garantia das conquistas sociais”. A frase é do biologo e professor Paulo Brack, que integra a ONG Ingá e o Movimento Rio Uruguai Vivo, organizações que promoveram o debate “Energia para quê e para quem?”, na tarde do dia 26.

O Rio Uruguai, que hoje já sofre os impactos de sete usinas, poderá receber outras 12, caso todos os projetos sejam efetivados. Isso transformaria o Rio em praticamente uma escada de barragens, sendo que em alguns casos a distância entre uma e outra seria de apenas 2 a 3 quilômetros. Além dos impactos ambientais e sociais, com remoção até mesmo de uma cidade inteira, os integrantes alertam que não haverá água suficiente para abastecer tanta usina. Hoje, no verão, quando a ocorrência de chuvas na região é mais escassa, já há problemas com insuficiencia de água nas usinas construídas no país Uruguai, no leito do mesmo rio.

O projeto Garabi, bi-nacional entre Brasil e Argentina, é um dos mais polêmicos. Pelo projeto inicial, inundaria 30 mil hectares do lado brasileiro e uma área equivalente do lado argentino. Nesse tempo, várias alterações foram feitas no projeto, mas a população e os movimentos sociais não estão tendo acesso às informações. O acesso está sendo negado e alguns ativista estão sofrendo ameaças.

Já a Hidrelétrica Panambi é um projeto recente que chegou no embalo do PAC, em 2007, e que pode levar ao desaparecimento do Salto do Yucumã, o maior salto longitudinal do mundo, com 1,8 km de extensão de queda d’água. Como nos outros casos, a sociedade não está tendo acesso ao projeto.

Em março, será realizado em Porto Alegre o IV Fórum sobre Hidrelétricas. A idéia é fortalecer a mobilização social, culminando com atividades na Rio + 20.

Para saber mais, acesse os blogs http://riouruguaivivo.wordpress.com e http://sosriopelotas.wordpress.com

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FST: Marcha de abertura reúne diferentes vozes e bandeiras

Um espaço de anúncio e de denúncia – nas diversas causas e bandeiras. Esta foi a fotografia colorida e plural da marcha de abertura do Fórum Social Temático, na tarde de forte calor desta terça-feira (24), em Porto Alegre-RS.

Movimento sociais diversos, trabalhadores e estudantes caminharam do Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Municipal até o anfiteatro Pôr do Sol. Cada coletivo, organização e movimento social empunhou suas bandeiras de luta e palavras de ordem. Segundo a organização do FST a marcha reuniu 20 mil pessoas ao longo do trajeto.

Com mais de 900 atividades autogestionárias, a programação do FST se estende até dia 29 de janeiro. Saiba mais da programação no site oficial do Fórum Social Temático.

Veja as fotos da marcha de abertura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Crédito fotos: Michele Torineli

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FST: Rumo a Rio + 20 dos Povos: Um novo periodo histórico?

Participantes do FST  se reuniram nessa quarta feira (24) em Porto Alegre/RS para discutir esse novo momento histórico, com a participacão de representantes dos Movimentos Sociais e Organizações Não Governamentais de diversos países.

As principais questões que nortearam o debate foram: Estamos em um novo momento histórico? Que consequências esse momento tratá? Os painelistas contextualizaram a situação vivenciada em seus países e apontaram alguns caminhos como estratégia para o enfrentamento desse momento importante e de muita preocupação global, onde a atenção dos movimentos sociais se volta para a Rio + 20 e na definição de posicionamentos e ações de enfrentamento à crise global. Um ponto em comum da discussão foi o consenso de que essa é uma crise de grandes proporções tendo em vista que ela não é apenas uma crise do capital financeiro, mas também é social, ecológica e ideológica, tudo isso num cenário mundial.

Dentro dessa perspectiva é necessário pensar em estratégias de luta e organização dos movimentos e suas bandeiras de forma internacional, sair da perspectiva de ação local e nacional e mergulhar num processo de organização macro onde a efetivação das propostas e ações dos movimentos sociais tenham maior força de ressonância.

A atividade foi organizada pelos membros do grupo organizador do FST.

Para acessar os documentos sobre esse painel:

www.dialogos2012.org

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