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Organização Cefuria realiza curso “História Social do Trabalho”

As inscrições para o curso oferecido pela organização paranaense podem ser feitas até 22 de março.

Terão início em março as edições 34 e 35 do curso “História Social do Trabalho”, da Escola de Formação Básica de Multiplicadores da Economia Popular Solidária. O curso será realizado em duas turmas, aos sábados e às segundas-feiras, de março a julho, em cinco etapas de oito horas cada, das 8 às 18h, somando um total de 40 horas/aula. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de março, pelo e-mail cefuria@cefuria.org.br, ou pelo telefone (41) 3322-8487, com Antônio.

A Escolhinha, como ficou conhecida ao longo de oito anos de realização, tem como objetivos principais contribuir para a formação de lideranças comunitárias, estudantes e militantes dos movimentos sociais; fortalecer clubes de trocas, padarias e outras iniciativas ligadas à economia solidária; possibilitar a difusão de instrumentos teórico-metodológicos, tendo como referência o pensamento de Paulo Freire; e contribuir para o avanço da construção de uma economia voltada para a construção de uma nova sociedade.

Entre os temas trabalhados no curso está a educação popular, a história social do trabalho e a economia popular solidária. A metodologia utilizada busca aliar a reflexão teórica ao debate e oficinas práticas. A cada etapa serão disponibilizados materiais de apoio relacionados aos temas.

O curso é realizado pelo Cefuria – Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo, com patrocínio da Petrobrás e apoio da Rede de Educação Cidadã – Recid e da Misereor.

Baixe o folder clicando aqui.

Serviço:
Inscrições: até o dia 22 de março, pelo e-mail cefuria@cefuria.org.br, ou pelo telefone (41) 3322-8487, com Antônio.

Fonte: www.cefuria.org.br

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Homofobia

Nesta entrada, discute-se o elevado número de casos de violência contra gays, lésbicas, travestis e transexuais em todo o Brasil. O preconceito ainda é forte, e o combate à homofobia precisa ser constantemente abordado e trabalhado junto à sociedade. Participa desta conversa telefônica a diretora da ONG Transgrupo, Carla Amaral.

“As pessoas LGBTs não são assassinadas com um tiro, com uma facada; elas são assassinadas com vinte tiros, com quarenta facadas.”

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Abertas as inscrições para atividades ofertadas pelo Projeto Não-Violência

Organização realiza formações sobre construção da cultura da paz no ambiente escolar.

Estão abertas as inscrições para o ciclo de palestras, rodas de diálogo e oficinas oferecidas periodicamente pela organização não-governamental curitibana Projeto Não-Violência. São diversas atividades com o objetivo da atividade de auxiliar na compreensão e na descoberta pelos educadores de soluções positivas, criativas e eficazes aos temas que com frequencia surgem no cotidiano de uma escola.

As formações abordam diversos temas: Regras e Limites na Modernidade,Desafios contemporâneos da Adolescência, Violência nas escolas: causas e soluções, Autoridade e (In)Disciplina, Diversidade e Direitos Humanos na escola, Relações de gênero na escola, Estatuto da Criança e do Adolescente, Juventude e sexualidade, Relação família e escola entre outros assuntos.

Sobre a organização
O Projeto Não-Violência é uma Organização Não Governamental Internacional que atua com a missão de ‘desenvolver e fortalecer uma cultura de não-violência por intermédio das escolas’. O PNV promove ações de caráter educativo e preventivo em escolas da rede pública de ensino desde 1998.

Público-alvo
Reconhecendo a escola como uma instituição privilegiada para o fomento de uma cultura de paz, o Projeto Não-Violência tem investido seus esforços em compartilhar conhecimento gerador de reflexões e transformações efetivas em prol da prática pacífica diária.

Mapeando os principais aspectos de influência para a ocorrência de situações de violência na escola, o Projeto Não-Violência tem trabalhado na busca de algumas soluções, como por exemplo:

• Investir na melhoria da relação professor-aluno;

• Questionar premissas relacionadas a práticas educativas tradicionais, buscando modelos mais eficazes;

• Priorizar a formação continuada de educadores como agentes multiplicadores;

• Fortalecer atitudes que expressem valores como o respeito e a ética por parte dos educadores, a fim de que sejam exemplo e inspiração aos seus educandos.

Seguindo tais princípios, o PNV tem aprimorado sua metodologia ao longo destes 10 anos de trabalho e espera estar contribuindo diariamente na busca de relações mais pacíficas, lembrando as palavras de Gandhi: “Não há caminho para a paz, a paz é o caminho”.

Informações: www.naoviolencia.org.br

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PR: Fundação Grupo Boticário abre inscrições para edital de apoio a projetos de conservação da natureza

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza recebe, até 31 de março, inscrições de propostas para a primeira chamada do Edital de Apoio a Projetos de 2012. Podem concorrer ao financiamento projetos que contribuam para a conservação da natureza no Brasil e que sejam realizados por instituições sem fins lucrativos, como organizações não governamentais ou fundações ligadas a universidades.

As inscrições só poderão ser feitas por meio de formulário on line, disponível na área de editais do site da Fundação. As propostas podem ser submetidas a dois editais.

Um deles é o Edital Bio&Clima-Lagamar, que tem quatro linhas temáticas (confira lista abaixo) e é direcionado à região do Lagamar, uma extensa área de Mata Atlântica localizada entre os litorais sul de São Paulo e o litoral do Paraná. As propostas também podem ser submetidas ao tradicional Edital de Apoio a Projetos, que é direcionado a todas as regiões do Brasil e tem seis linhas temáticas (confira lista abaixo).

Não há valores mínimos ou máximos para as propostas enviadas aos editais. Nos últimos anos, o valor destinado a cada chamada do Edital de Apoio a Projetos, por exemplo, variou entre R$ 500 mil e R$ 600 mil, sendo que são aprovadas, em média, 20 propostas por chamada. Já o Edital Bio&Clima-Lagamar destina cerca de R$ 300 mil, em média, para os projetos aprovados a cada seleção.

O processo de seleção das propostas inscritas nos editais é feito de forma independente. Pareceres são emitidos por consultores voluntários e a aprovação final é feita pelos membros do Conselho Curador da Fundação.

Apoio a projetos

A Fundação Grupo Boticário é uma das primeiras instituições nacionais ligadas à iniciativa privada a financiar projetos de conservação da biodiversidade brasileira. Em 21 anos de atuação, cerca de US$ 11,3 milhões já foram doados para 1.282 projetos de 448 instituições de todo o Brasil.

Como resultados desse apoio, pesquisas descreveram 42 novas espécies de plantas e animais, bem como resultaram na proteção de 167 espécies ameaçadas de extinção. Ainda por meio do apoio a projetos, a Fundação apoiou a criação, proteção ou manejo de 414 unidades de conservação espalhadas por todas as regiões do Brasil.

Fazem parte dessas estatísticas projetos como a avaliação dos impactos da pesca no litoral do Paraná (confira), a realocação de cotias (Dasyprocta aguti) no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro (confira) ou ainda o esforço para salvar da ameaça de extinção um anfíbio raro no Rio Grande do Sul (confira). Você pode conferir mais notícias sobre os resultados de outros projetos apoiados pela Fundação acessando a página inicial de nossa área de novidades, clicando aqui.

Linhas temáticas – Edital de Apoio a Projetos

- Ações e pesquisa para a conservação de espécies e comunidades silvestres em ecossistemas naturais;
- Ações para implementação de políticas voltadas à conservação de ecossistemas naturais;
- Ações para a restauração de ecossistemas naturais;
- Ações para prevenção ou controle de espécies invasoras;
- Estudos para a criação ou manejo de unidades de conservação;
- Pesquisa sobre vulnerabilidade, impacto e adaptação de espécies e ecossistemas às mudanças climáticas.

Linhas temáticas – Edital Bio&Clima Lagamar

- Impacto das mudanças climáticas em espécies e ecossistemas;
- Monitoramento de longo prazo de variáveis bióticas e abióticas;
- Serviços ecossistêmicos e os impactos das mudanças climáticas;
- Previsão de cenários climáticos e seus impactos sobre a biota.

Fonte: http://www.fundacaogrupoboticario.org.b

 

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PR: Jovens de todo Brasil se preparam para o ENPJ em Maringá

Dos mais de 600 jovens de todo Brasil inscritos no 10° Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, muitos vão participar pela primeira vez do evento, que vai acontecer de entre os dias 8 e 15 de janeiro, em Maringá. De perto e de longe, em comum o desejo de que o encontro favoreça experiências pastorais para a evangelização da juventude. Também é a primeira vez que a atividade á realizada em uma cidade da região sul do país.
jovem no caminho

Com muitas expectativas, Aline de Sousa Muniz, 27, já está se preparando para as três horas de vôo de Duque de Caxias (RJ) até Maringá. “Espero encontrar muitos “pjoteiros” malucos que com certeza farão uma grande diferença em minha caminhada”, diz . Ela ainda tem o desejo de adquirir experiência através do contato com tão diferentes realidades. “Estou me preparando através da leitura do subsídio e da conversa com as bases. Será um belo e produtivo evento”, afirma.

Outros jovens virão de mais longe ainda. É o caso de Fernanda Sousa Ferreira, 19, que mora em Manaus (AM). Mesmo de avião, ela vai demorar um dia inteiro para chegar ao local do encontro. Mesmo assim, ela não reclama. “Participar do 10º ENPJ será a realização de um sonho“, comemora.

João Danes Ferraz, 29, da Cidade de Goiais (GO) virá com uma caravana do regional Centro-Oeste da CNBB. Serão cerca de 15 horas de viagem, sacrifício que, segundo ele valerá muito a pena, pois espera “viver um momento único na caminhada da PJ, momento de partilha, escuta e troca de experiências, de recarregar as baterias para a caminhada dos próximos anos, de sentir vivo do jeito jovem e agora no acompanhamento aos jovens, a partir da espiritualidade e encantamento” afirma.

De Nova Friburgo (RJ), Marcely Jardim da Silva, 22, vai passar cerca de 18 horas num carro em direção a Maringá. Ela espera voltar do encontro com muitos projetos e amigos na bagagem.  “Quero encontrar uma galera maravilhosa, disposta a partilhar um pouco da sua cultura, da experiência de pastoral, dos desafios que encontramos pelo caminho”, diz entusiasmada.

Odair José Martins não é de tão longe, mas também está ansioso para o 10º ENPJ. Com apenas 17 anos, ele participa há cinco anos de um grupo de base de adolescentes  em Foz do Iguaçu (PR). “Espero adquirir mais conhecimento, fazer novas amizades, e que seja um evento que desperte nos jovens a vontade de lutar pelos seus direitos”, pontua.

Aline Ogliari vem de Chapecó, oeste catarinense. Serão cerca de oito horas de viagem de carro até Maringá. “Ainda não tive a oportunidade de participar de nenhum encontro nacional da PJ. A expectativa é grande. Espero renovar a força, a fé na caminhada, a esperança e a certeza deste outro mundo possível que tanto sonhamos e falamos e, a partir disso, contribuir cada vez mais na caminhada dos grupos de base,” afirma a jovem.

Aline ainda diz que o encontro, com tantos outros sonhadores, também fortalece muito a fé, pois, segundo ela, dá a certeza de que existem muitos outros “loucos”, como ela se refere, que se arriscam a ousar num mundo que diz para o jovem permanecer calado.

Fonte: Equipe de Comunicação do 10º ENPJ

Mais informações em http://www.pj.org.br/enpj

 

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Violência – expressão da desigualdade social

O núcleo Maringá do Observatório das Metrópoles apresenta o vídeo “Violência – expressão da desigualdade social”, que discute o fenômeno da interiorização da violência. O trabalho é resultado da pesquisa “Fundação Araucária – uma análise da relação entre segregação socioespacial e violência urbana na área conurbada da região metropolitana de Maringá”, desenvolvida entre maio de 2009 e abril de 2011, e vinculada ao projeto INCT/CNPq Organização Social do Território e Criminalidade Violenta, sob coordenação da professora Ana Lúcia Rodrigues.

A equipe responsável pelo trabalho “Violência – expressão da desigualdade social” é formada pelos jornalistas Paulo Pupim e Juliana Daibert, com imagens de João Rodrigues Peralta e edição da RPS Produtora.

O vídeo foi apresentado no “II Seminário Violência Urbana nas áreas metropolitanas brasileiras”.

Mais informações no site do núcleo Maringá do Observatório das Metrópoles: http://www.cch.uem.br/observatorio/

 

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Mostra fotográfica em Curitiba-PR busca destacar o amor, o respeito a diversidade e combate à homofobia

Mães pela Igualdade: uma luta pacífica contra a homofobia

Em tempos de importantes conquistas no âmbito judiciário nacional, o público LGBT ainda luta arduamente por uma causa que, dada a sua relevância social, se configura na mais importante de todas: a aceitação da família e da sociedade. Uma batalha solitária, que encontra ainda milhares de portas e corações fechados. Assim surgiu o Movimento Mães pela Igualdade, que chega à capital paranaense com duas exposições fotográficas. Até o dia 25 de Novembro, a mostra acontece no Hall do Prédio da Administração da Assembleia Legislativa do Paraná; e a partir de 06 de Dezembro, na Biblioteca Pública do Paraná.

Com o objetivo de se fazer exemplo e, principalmente, de difundir a tolerância e o respeito à diversidade, mães de LGBTs mostram seu rosto e sua voz para provar que o amor aos filhos deve ser incondicional, independente da orientação sexual e identidade de gênero. É o caso de Célia Mazza de Souza, psicóloga, mãe de um filho heterossexual e de uma filha lésbica. Apoiadora da causa, ela frisa que “lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis também são filhos de alguém”, e dá o alerta: “Mães, não ignorem seus filhos, lutem pelos seus direitos e, assim, estarão lutando por sua felicidade”.

A mostra é uma provocação, um convite à transformação social e, sobretudo, uma sublime declaração de amor. As obras retratam mães fortes, realizadas, presentes e envolvidas com a causa LGBT, por razões diretas ou indiretas, mas sempre orgulhosas de seus filhos e filhas.

 

O projeto

O Movimento Mães pela Igualdade é um projeto que faz parte da Campanha Famílias pela Igualdade, lançada no Brasil inteiro em parceria com a Frente pela Cidadania LGBT e a AllOut.org – Instituição de Apoio à Comunidade LGBT.

Coordenada em Curitiba por Wanderson B. Mosco, a exposição conta com dezenas de fotos-cartazes, que ganharam um tratamento especial com molduras em tecido criadas pela artista plástica curitibana Graciele de Mello.

Muitas dessas obras expostas são frutos de um trabalho especialmente desenvolvido por artistas regionais, entre eles Rodrigo Wypych, Alexandra Martins, Élvio Luiz dos Santos, Poliane Gomes e Alícia Peres. A inspiração vem do Projeto Inside Out, do fotógrafo francês JR, vencedor do prêmio TED de Direitos Humanos 2011, que conta com peças de street art espalhadas em todo o mundo.

Este trabalho visa sensibilizar a sociedade oferecendo um contraponto às centenas de crimes de violência e mortes por homofobia e transfobia que fazem cada vez mais vítimas no Paraná e em todo o país. Além disso, pretende-se dar visibilidade às novas formações familiares, ampliando seu conceito para um resgate de valores que, enfim, possam incluir a diversidade humana sob todos os seus aspectos.

 

Serviço
Data: a partir de 06 de dezembro
Local: Biblioteca Pública do Paraná, 2º andar, Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba

 

Fontes para entrevista:
Célia Mazza de Souza (mãe de LGBTs) – (41) 8858-1303 / 3074-5641 / 3088 2052
Wanderson B. Mosco (organizador do evento em Curitiba) – (41) 8808 5445
Gracielle Melo (artista plástica responsável pelo tratamento das obras) – (41) 8804 6367

 

Créditos texto: Wanderson Mosco
Créditos fotos: Alexandra Martins (Foto1 – Izilda Gennari e filha Paula. Foto 2 – Luíza Habibe e filho Fernando)

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Ato em Curitiba-PR denuncia o extermínio de jovens

Neste sábado (10/12), no bairro Sítio Cercado, em Curitiba-PR um coletivo composto por diversas organizações realizou um ato contra o extermínio da juventude. A data escolhida para a manifestação foi o dia em que se celebram os 63 anos da Declaração Universal dos Direitos humanos.

A realização do ato foi motivada por dados preocupantes do município de Curitiba. Segundo o Mapa da Violência (2011), Curitiba é a 6ª capital mais violenta do Brasil, com 56 homicídios a cada 100 mil habitantes. Em 2010 foram 1850 pessoas assassinadas, sendo que 814 eram jovens. Além destas estatísticas, desde 2008 está aprovado para o Paraná um recurso de mais de R$ 3 milhões para projeto de prevenção à violência, que até agora não foi utilizado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (convênio do PRONASCI), e que deverá ser devolvido à União.

O ato é parte da Campanha “Nós Queremos Voz” que tem como objetivo promover a participação do jovem no debate, na reflexão e na ação política por políticas públicas de segurança. “É um tema que tem que ser discutido pelas várias representações da juventude.  A gente está vendo que a situação está piorando, que os índices de violência estão aumentando e o poder público só pensa na repressão e esse não é o melhor método. Se o jovem que está morrendo, está sofrendo a gente precisa dizer: olha pra mim, vamos fazer algo para mudar esta realidade”, afirmam os jovens da Central Jovem de Comunicação em Segurança Pública.

O bairro escolhido para o lançamento do Movimento “Nós Queremos Voz” foi o Sítio Cercado, bairro em que, segundo dados do site Crimes Curitiba acontecem 72 homicídios por 100 mil habitantes. São cinco pessoas assassinadas por mês. De janeiro a outubro deste foram cerca de 50 pessoas assassinadas.  O bairro é o 3º mais violento da capital, perde apenas para o CIC e Cajuru.

Sobre a Campanha
A Campanha Nós Queremos Voz é uma ação de coletivo de organizações: Casa da Juventude do Paraná, ACNAP, Pastoral da Juventude, Rede de Mulheres Negras, Canal Futura, Museu da Periferia, Casa Latino Americana, Força Sindical do Paraná, Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, APP-Sindicato e CUT. Pela Campanha, deve ocorrem em 2012: oficinas de debate sobre a cultura de paz e violência, audiência pública e mais atos de mobilização.

Mais informações pelo site www.nosqueremosvoz.org

Fotos de Vinícius Ferreira.

 

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Ato do Comitê Popular da Copa de Curitiba integra mobilização nacional contra violações de direitos

Em virtude do Dia Internacional dos Direitos Humanos, dossiê nacional será entregue nas 12 cidades-sede

Na próxima segunda-feira (12), os Comitês Populares das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 participarão do ato de entrega do Dossiê Nacional de Violações dos Direitos Humanos às autoridades do governo municipal e estadual. O documento, produzido pela Articulação Nacional dos Comitês, denuncia as violações de direitos humanos cometidas em função dos megaeventos esportivos e será divulgado neste sábado (10): Dia Internacional dos Direitos Humanos.

No Paraná, o Comitê Popular da Copa irá se reunir, a partir das 9h, na Paróquia São Cristóvão, em São José dos Pinhais. O local foi escolhido devido ao impacto que a construção de uma trincheira na Rua Arapongas trará a vizinhança. Em seguida, haverá uma passeata em direção à prefeitura, Câmara Municipal e Rua XV de Novembro. Nesse mesmo dia, às 13h, a reunião acontecerá em frente à Prefeitura Municipal, no Centro Cívico de Curitiba.  

De acordo com Thiago Hoshino, um dos redatores do dossiê, o documento é uma resposta às violações identificadas nas comunidades atingidas das 12 cidades. “O Dossiê terá visibilidade dentro e fora do país. O Estado brasileiro não pode querer se projetar externamente como promotor da democracia e, internamente, cometer tantas arbitrariedades”, afirma.

Entre os principais problemas apontados pelo documento estão despejos e remoções forçadas, superexploração dos trabalhadores, ausência de informação e participação social, violências contra comunidades pobres e destruição do meio ambiente.                             

Recentemente, a Articulação Nacional dos Comitês populares também redigiu uma nota pública criticando a proposta de Lei Geral da Copa, que assegura à Federação Internacional de Futebol (FIFA), entre outros direitos, a venda e determinação do preço dos ingressos, criação de crimes e justiças especiais e concessão de entrada e permissões de trabalho para estrangeiros. O Projeto de Lei, enviado ao Congresso nacional pela presidente Dilma, deverá ser votado na próxima semana por uma Comissão Especial da Copa.

Segundo Fernanda Ikuta, integrante do Comitê Popular da Copa de Curitiba, a mobilização social é fundamental nesse momento. “É importante que a população se organize para enfrentar essas ameaças. Direta ou indiretamente somos todos impactados pela realização da Copa”.

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Agenda afro

Nova Imagem (83)

Lei 10.639

 

 

Há oito anos, a lei 10.639 é um instrumento para visibilizar a presença negra nos aspectos culturais e na construção da história mundial; o sociólogo Acácio Almeida fala sobre a expectativa de retomar a agenda afro-brasileira no ambiente escolar.

 

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