(Fonte: www.anvisa.gov.br)
Não perca, a discussão vai ao ar hoje, ao vivo, a partir das 15:35.
Um espaço de anúncio e de denúncia – nas diversas causas e bandeiras. Esta foi a fotografia colorida e plural da marcha de abertura do Fórum Social Temático, na tarde de forte calor desta terça-feira (24), em Porto Alegre-RS.
Movimento sociais diversos, trabalhadores e estudantes caminharam do Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Municipal até o anfiteatro Pôr do Sol. Cada coletivo, organização e movimento social empunhou suas bandeiras de luta e palavras de ordem. Segundo a organização do FST a marcha reuniu 20 mil pessoas ao longo do trajeto.
Com mais de 900 atividades autogestionárias, a programação do FST se estende até dia 29 de janeiro. Saiba mais da programação no site oficial do Fórum Social Temático.
Veja as fotos da marcha de abertura.
*Crédito fotos: Michele Torineli
Neste sábado (10/12), no bairro Sítio Cercado, em Curitiba-PR um coletivo composto por diversas organizações realizou um ato contra o extermínio da juventude. A data escolhida para a manifestação foi o dia em que se celebram os 63 anos da Declaração Universal dos Direitos humanos.
A realização do ato foi motivada por dados preocupantes do município de Curitiba. Segundo o Mapa da Violência (2011), Curitiba é a 6ª capital mais violenta do Brasil, com 56 homicídios a cada 100 mil habitantes. Em 2010 foram 1850 pessoas assassinadas, sendo que 814 eram jovens. Além destas estatísticas, desde 2008 está aprovado para o Paraná um recurso de mais de R$ 3 milhões para projeto de prevenção à violência, que até agora não foi utilizado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (convênio do PRONASCI), e que deverá ser devolvido à União.
O ato é parte da Campanha “Nós Queremos Voz” que tem como objetivo promover
a participação do jovem no debate, na reflexão e na ação política por políticas públicas de segurança. “É um tema que tem que ser discutido pelas várias representações da juventude. A gente está vendo que a situação está piorando, que os índices de violência estão aumentando e o poder público só pensa na repressão e esse não é o melhor método. Se o jovem que está morrendo, está sofrendo a gente precisa dizer: olha pra mim, vamos fazer algo para mudar esta realidade”, afirmam os jovens da Central Jovem de Comunicação em Segurança Pública.
O b
airro escolhido para o lançamento do Movimento “Nós Queremos Voz” foi o Sítio Cercado, bairro em que, segundo dados do site Crimes Curitiba acontecem 72 homicídios por 100 mil habitantes. São cinco pessoas assassinadas por mês. De janeiro a outubro deste foram cerca de 50 pessoas assassinadas. O bairro é o 3º mais violento da capital, perde apenas para o CIC e Cajuru.
Sobre a Campanha
A Campanha Nós Queremos Voz é uma ação de coletivo de organizações: Casa da Juventude do Paraná, ACNAP, Pastoral da Juventude, Rede de Mulheres Negras, Canal Futura, Museu da Periferia, Casa Latino Americana, Força Sindical do Paraná, Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, APP-Sindicato e CUT. Pela Campanha, deve ocorrem em 2012: oficinas de debate sobre a cultura de paz e violência, audiência pública e mais atos de mobilização.
Mais informações pelo site www.nosqueremosvoz.org
Fotos de Vinícius Ferreira.
A vice-presidente da Associação Brasileira de Osteogenesis Imperfecta (ABOI), Katia Ogawa, surpreendeu o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na saída de uma agenda dele no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, entregando-lhe uma carta com reivindicações de melhoria no atendimento aos portadores da doença. “Nosso pedido é para que, além de qualificar o tratamento, o atendimento seja ampliado a todo território brasileiro. Hoje, o atendimento se concentra nas regiões Sul e Sudeste”, afirma Katia.
Conhecida como doença dos ossos de cristal, a Osteogenesis imperfecta tem origem genética e sua principal característica é a fragilidade óssea, geralmente associada à fragilidade dentária, problemas auditivos e baixa estatura. Considerada rara, a estimativa é de um caso para cada 10 mil nascimentos no Brasil. No entanto, esse número pode estar substimado por falta de diagnóstico correto. “Um dos grandes problemas que enfrentamos é a falta de informação, não só por parte dos portadores e familiares, como também dos profissionais da área de saúde”, alerta Katia.
A Osteogenesis imperfecta apresenta graus distintos de gravidade, podendo ocorrer na forma gravíssima, que causa a morte do bebê ainda no útero materno, até formas leves, que se manifestam tardiamente, com uma pequena diminuição da resistência óssea. A maioria dos portadores, no entanto, situa-se entre os dois extremos. O tratamento é baseado em medicação, cirurgia ortopédica e fisioterapia. Atualmente existem 15 Centros de Referência em Osteogenesis Imperfecta, os CROIs, localizados nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Ceará, Distrito Federal, Pará, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. Dificuldades para criar novos CROIs é um dos entraves que a ABOI quer superar nas tratativas com o Ministério.
Agora, Katia espera que o Ministério da Saúde agende a reunião solicitada na carta, envolvendo a Associação, os CROIs e a equipe do Ministério.
Para saber mais sobre a doença dos ossos de cristal, acesse o site da ABOI:
http://www.aboi.org.br/
A Agência da Boa Notícia Guajuviras (ABNG), de Canoas/RS, recebeu na manhã desta sexta-feira (09) o prêmio Direitos Humanos 2011 na categoria Mídia e Direitos Humanos, em solenidade realizada em Brasília com a presença da presidenta Dilma Rousseff. O prêmio significa o reconhecimento da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República a instituições e pessoas que se destacaram na defesa dos direitos das pessoas.
Criada em 2010, a ABNG, proposta pelo município de Canoas, faz parte do Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania e está sendo executado em parceria com a universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Trata-se de um projeto pioneiro de jornalismo cidadão no âmbito do Pronasci, com metodologia e prática que impulsiona a visibilidade social positiva de jovens do bairro Guajuviras. Os alunos participam de oficinas de radioweb, web tv, internet, técnica de reportagem, vídeo documentário e outras para produzir notícias e conteúdos de comunicação sobre sua própria realidade. Faz parte da proposta de formação também a abordagem de conteúdos sobre cidadania e direitos humanos, direito à comunicação e disseminação de informação e cultura da paz. Duas turmas de jornalistas cidadãos já estão formadas, totalizando 90 jovens.
Em um ano de existência, a ABNG produziou 5.892 fotos, publicou 48 vídeos no youtube (http://www.youtube.com/agenciadaboanoticia) e cobriu 60 eventos. Outras informações, no blog da ABNG: http://guajuvirasterritoriodepaz.blogspot.com/
Guajuviras era um bairro considerado altamente violento, com registro de 44 homicídios para cada 100 mil habitantes. O poder público investiu 12 milhões de reais no bairro, em ações como qualificação da infra-estrutura, presença constante da guarda municipal comunitária, sistema de monitoramente por câmeras interligado à Brigada Militar, investimento em escolas, áreas de lazer e em projetos de inclusão como o Mulheres da Paz, Casa da Juventude e a própria Agência da Boa Notícia Guajuviras. Em dois anos de projeto, a redução do índice de homicídios caiu em 73%.
Desenvolvido pela organização paranaense Instituto Ambiente em Movimento, educadores levam a crianças Uganda, África do Sul, Índia, Paquistão e Tailândia conceitos e informações sobre sustentabilidade ambiental. As ferramentas de trabalho múltiplas técnicas e referência para construir um ambiente de riso e reflexão.
Confira algumas das fotos das atividades em Uganda.
Mais informações em: http://www.iam.net.br/
O Instituto Ambiente em Movimento (IAM) é uma organização sem fins lucrativos que atua em todo território brasileiro na área de Educação Sócio Ambiental. Desde o início caminhamos com humildade, alegria, sinceridade, determinação e perseverança. Voluntários e parceiros têm nos dado a oportunidade de concretizar nossas metas e assim nossa instituição, que existe há apenas 2 anos, já é considerada referência de inovação na área de educação ambiental. Usando ferramentas didáticas apropriadas e diferentes meios de comunicação e entretenimento, formamos multiplicadores do conhecimento, propagando no ambiente de educação formal e não-formal o conhecimento e identificação em favor de questões ambientais, sem para isso utilizar o discurso fatalista que não sensibiliza os jovens. Trabalhando dessa forma, o IAM desenvolveu várias ferramentas, tais como teatros, jogos digitais, programas de televisão, websites, blogs e oficinas.
A “Mães pela Igualdade” no Brasil buscar lutar pelos direitos de filhas e filhos LGBT e exiger que o poder público garanta direitos a esta população e combata a homofobia.
Veja as fotos produzidas para a Campanha Mães pela Igualdade.
Mãe Georgina Martins e filho.
(Crédito fotografia: Poliane Gomes)
Mãe Iracy de Souza e filho Cel.
(Crédito fotografia: Alexandra Martins)
Mãe Izilda Gennari e filha Paula.
(Crédito fotografia: Alexandra Martins)
Mãe Luiza Habibe e filho Fernando.
(Crédito fotografia: Alexandra Martins)
Mãe Maria do Amaral e filha Carla.
(Crédito fotografia: Rodrigo Wypych)
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Quem São as “Mães pela Igualdade”?
De juízas federais a mulheres de negócios e donas de casa – e incluindo várias mães que perderam seus filhos para crimes hediondos anti-LGBT – as “Mães pela Igualdade” vêm de todos os cantos do Brasil e têm histórias importantes para contar:
“”Meu filho, meu melhor amigo, companheiro e confidente, foi morto num ataque homofóbico no ano passado. Hoje sinto um grande vazio, que procuro preencher com a luta contra a violência, homofobia, preconceito e a discriminação.” – Eleonora Pereira, Recife
“Como cidadã brasileira e, especialmente, como Mãe, vou exigir o cumprimento do Principio Constitucional da Igualdade.” – Luiza Habibe, Brasília
“Minha maior alegria no processo de reconhecer meu filho gay foi que me tornei uma pessoa melhor. Se eu não tivesse um filho gay eu ainda seria preconceituosa como eu era. Quando você trabalha para diminuir um preconceito, automaticamente está diminuindo todos os demais. Eu me tornei uma pessoa melhor, e fico feliz com isso.” – Edith Modesto, São Paulo
“Me sinto muito feliz e lisonjeada em poder falar de meus filhos, que amo muito. O mais novo é gay. Sinto orgulho dele filho, de sua garra, de sua força, e sua responsabilidade.” – Raquel Gomes, Curitiba
Como as “Mães pela Igualdade” Foram Formadas?
As “Mães pela Igualdade” juntaram-se iniciamente por meio de um pedido da AllOut.org depois de uma série de ataques anti-LGBT e assassinatos no início deste ano, assim como de um comentário particularmente cheio de ódio feito pelo deputado federal Jair Bolsonaro. “Prefiro ter um filho morto do que um filho gay”, disse ele à mídia.
Imediatamente, dezenas de mães de pessoas LGBT ofereceram-se para falar sobre políticas e atitudes de apoio à igualdade LGBT. As mães começaram a conversar umas com as outras e a AllOut.org ajudou a coordenar sessões de fotos e reuniões para testemunhos no país inteiro, em parceria com o projeto “Inside Out”.
O lançamento do projeto no Congresso dá início a uma série de eventos em grandes cidades brasileiras, por dois meses, em que retratos gigantes do Inside Out serão exibidos em lugares públicos e “Mães pela Igualdade” sairão às ruas e na mídia para falar sobre violência contra LGBTs.
Para aprender mais sobre as Mães pela Igualdade visite www.allout.org/pt/maespelaigualdade o escreva para maes@allout.org
AllOut.org é uma organização de campanhas globais dedicadas à igualdade LGBT com mais de meio milhão de membros em 190 países. Um movimento que trabalha online a nas ruas para construir um mundo em que todos possam viver livres e serem aceitos pelo que são, a All Out está colocando o poder de gente do mundo inteiro na luta histórica pela igualdade LGBT. Saiba mais em: www.allout.org.

O que seriam dos festivais sem os acampamentos?
Nesse festival não foi diferente, o acampamento estava lá trazendo o que de melhor essa juventude tem a oferecer, a entrega.
Em conversa com alguns jovens acampados, foi possível perceber que eles vinham de lugares diferentes do Brasil e que estavam ali por motivos diversos também, mas todos estavam dispostos a mergulhar na aventura que foi esse festival. Bandeiras de lutas, de movimentos diversos, arte estampada nas barracas, a fogueira, a areia, os jovens, a música, as opiniões distintas, a noite, a integração, as articulações, o desconforto, apenas o essencial, muito mais que diversão e luta por processos mais democráticos que considerem as juventudes e suas causas, o festival e mais especificamente o acampamento significaram essa disposição em mudar, em estar ali com pouco, se esvaziar, e construir ali algo para que voltem aos seus cotidianos preenchidos, cheios, com novo animo.
Viva os acampamentos e as juventudes!
Débora/Roberto/Ana Amélia – Mobilização Futura

Manifestantes se reúnem no centro da cidade no dia 20 de agosto para visibilizar a importância da população acompanhar e debater os processos referentes a Copa do Mundo do Brasil. A atividade também marca o lançamento do Comitê Popular da Copa de Curitiba.
Fotos de Michele Torinelli.
O Comitê Popular de Curitiba está em atividade desde junho deste ano, a partir da articulação de movimentos sociais, sindicais, organizações, redes e entidades estudantis. Assim como em Curitiba, as outras 11 cidades-sede da Copa têm comitês populares organizados.
Entre as bandeiras centrais da organização está o direito de participação popular nos processos decisórios, transparência nos gastos públicos e a luta pela garantia de direitos antes e durante os jogos, com base nos princípios da gestão democrática, da soberania popular, da justiça fundiária e da função social da cidade.
Mais informações no blog do Comite: http://copa2014curitiba.wordpress.com/
Cerca de 250 pessoas participaram da exibição do documentário LEVA no dia 28/8, na Ocupação Mauá. Do debate realizado em seguida, participaram lideranças dos movimentos de moradia de São Paulo, Luiz Kohara – Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, Kazuo Nakano – Instituto Pólis, e Raquel Rolnik, relatora da ONU para o direito à moradia.
Durante sua fala, Raquel Rolnik destacou a importância do momento. “A realização desse documentário só mostra que os movimentos sociais do centro de São Paulo estão fazendo história. Várias lideranças estão aqui fortalecidas nessa grande rede articulada,” disse a relatora.
Como a proposta trazida pelo documentário, o encontro para a exibição do vídeo e para o debate foi pensado de forma coletiva: organizações e pessoas com interesse pelo tema reuniram-se em um único espaço: Associação AMOALUZ – Associação de moradores e amigos da Santa Ifigênia e Luz, FLM – Frente de Luta pela Moradia, UNMP – União dos Movimentos de Moradia Popular; CMP – Central de Movimentos Populares; Movimento dos Sem Teto do Centro.
Tal ação serviu para fortalecer a articulação entre os movimentos sociais. Mais do que político, o momento foi de união e de comemoração pelas conquistas dos grupos. Visões distintas em um mesmo espaço traziam em suas falas a o poder de mobilizar pessoas a partir das conquistas.
Com o LEVA, é possível vivenciar um pouco dessa trajetória, sentir a tensão dos seus protagonistas em momentos de luta e se emocionar com suas histórias de vida. É possível acompanhar o dia a dia das lideranças e o processo de organização, conscientização e até o momento em que o grupo faz a ocupação de fato.
Raquel Rolnik destacou a iniciativa de um canal de televisão mostrar a realidade da luta pelo direito à moradia. “Os grupos são vistos de forma distorcida pela sociedade. Esse documentário rebate todas estas visões e mostra a força que os movimentos de moradia representam em busca de direitos”.
O Canal Futura também foi lembrado nas demais falas, pela abertura do espaço na grade
para lidar com este tema, bem como pelo papel articulador que o documentário pode
exercer. O evento foi uma prova disso e conseguiu mobilizar diretamente um público importante e estratégico para a exibição do LEVA. Além dos integrantes dos movimentos, participaram estudantes universitários, jornalistas, representantes de organizações sociais, professores universitários, arquitetos e pessoas da sociedade civil.
Sobre o LEVA
Produzido pela produtora paulista Preta Portê Filmes, foi o vencedor do 1º Doc Futura, pitching realizado para selecionar um documentário com o tema pobreza para co-produção e exibição pelo Canal Futura.
Leva - (sf.) ajuntamento de pessoas; recrutamento; grupo, coletivo.
Família desabrigadas ocupam o edifício Mauá, um dentre os muitos ocupados no centro de São Paulo. O documentário LEVA acompanha a vida de moradores da ocupação e revela a organização de siglas que se unem para transformar os espaços abandonados em habitáveis. A estruturação do edifício pelos movimentos de luta por moradia irá refletir na reorganização e redescoberta das pessoas como indivíduos por meio do coletivo.
OCUPAÇÕES NO CENTRO
Coordenados pela Frente de Luta por Moradia (FLM), em 2010, 3, 8 mil pessoas ocuparam quatro prédios no centro. Com as ocupações, o movimento pretende acelerar processos de desapropriação na região para fazer habitação de interesse social – uma forma de pressionar o poder público para a efetivação de políticas habitacionais. Hoje existem cinco prédios ocupados no centro: o edifício Mauá (ocupado há cinco anos) é um deles.
.:ALGUNS DADOS:.
Nacional
-Dados do Censo 2010 (IBGE) mostram que existem no Brasil mais de 6 milhões de domicílios vagos.
-O número supera em cerca de 200 mil os 5,8 milhões de famílias brasileiras que não vivem em locais considerados adequados.
São Paulo
- O número de moradias vazias chega a 1,112 milhão e, de acordo com o Sinduscon-SP*, são
1,127 milhão de famílias sem teto ou sem uma casa adequada. Apenas 15 mil moradias precisariam ser construídas para solucionar o déficit habitacional do estado.
- Segundo o IBGE, a cidade de São Paulo possui cerca de 290 mil imóveis abandonados, sendo que 130 mil famílias não têm onde morar (de acordo com a Secretaria Municipal de Habitação – quem vive em habitações irregulares ou precárias, como favelas ou cortiços, não entram nessa conta.)
- Entretanto quando se trata de falar em déficit habitacional este é muito maior: são 712 mil famílias onde se incluem habitações precárias ou construídas de forma irregular em favelas e cortiços.
* Pesquisa realizada pelo sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) com base em outro levantamento do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)
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